quinta-feira, 4 de agosto de 2011

o Blues



O Blues!!!
Pra mim blues, é sinônimo de guitarra...
Todo bom guitarrista, tem a obrigação de tocar bem o blues... Vejo guitarristas virtuosos como Eric Johnson, Reb Beach e muitos outros aí, q detonam no blues, não pela técnica, e sim, pelo respeito ao estilo, e às suas características sonoras...
O mestre B.B King já dizia: "O Blues é como a comida sulista: você só tem 3 acordes, então vc tem q ser um cozinheiro muito bom pra misturar os poucos ingredientes na medida certa".
Concordo plenamente com ele...
Longe de mim, me autointitular "Bluesman", acho que o cara tem que ter muito peito pra isso, mas uma coisa é certa, como eu gosto de tocar esse estilo...
Sentir o som de uma boa guitarra plugada na cara de um amp valvulado, não tem valor... Uma das melhores sensções do mundo...
Segue agora um pouco da história do Blues:

O Blues

As origens

O blues tem sua origem na África, onde a tradição é passada de pai para filho. Nos EUA o Blues sempre esteve profundamente ligado à cultura afro-americana, especialmente aquela oriunda do sul dos Estados Unidos (Alabama, Mississipi, Louisiana e Geórgia), dos escravos das plantações de algodão que usavam o canto, posteriormente definido como "blues", para embalar suas intermináveis e sofridas jornadas de trabalho. São evidentes tanto em seu ritmo, sensual e vigoroso, quanto na simplicidade de suas poesias que basicamente tratavam de aspectos populares típicos como religião, amor, sexo, traição e trabalho. Com os escravos levados para a América do Norte no início do século XIX, a música africana se moldou no ambiente frio e doloroso da vida nas plantações de algodão. Porém o conceito de "blues" só se tornou conhecido após o término da Guerra Civilquando sua essência passou a ser como um meio de descrever o estado de espírito da população afro-americana. Era um modo mais pessoal e melancólico de expressar seus sofrimentos, angústias e tristezas. A cena, que acabou por tornar-se típica nas plantações do delta do Mississippi, era a legião de negros, trabalhando de forma desgastante, sobre o embalo dos cantos, os "blues".

[editar]As raízes no delta

Há várias versões sobre aquela que é a primeira composição típica de blues, assim como seu primeiro idealizador. Diz a lenda que o autoproclamado "Pai do Blues" W. C. Handy ouviu este tipo de música pela primeira vez em 1903, quando viajava clandestinamente em um vagão de trem e observava um homem que tocava violão com um canivete.[carece de fontes] Daí teria surgido aquele que é dito como o primeiro blues da história, St. Louis Blues. Porém o mais correto a afirmar é que o blues surgiu de uma forma mais ambiental e progressiva do que uma única canção. De fato, a instrumentalização das work songs (canções de trabalho) foi o marco inicial para o surgimento do blues como estilo de música.

O primeiro nome popular a surgir como músico específico de blues foi o de Charley Patton, em meados da década de 20. Posteriormente, na mesma época, surgiram nomes como de Son House, Willie Brown, Leroy Carr, Bo Carter, Sylvester Weaver, Blind Willie Johnson, Tommy Johnson entre outros. A princípio, a maioria das canções interpretadas eram cantos tradicionais como Catfish Blues e John The Revelator, canções essas que tiveram vários intérpretes e versões variadas no decorrer da história. Porém, foi na década de 30 que surgiu aquele que é talvez o nome mais influente e idolatrado do blues: Robert Johnson. Influenciado sobretudo por Son House e Willie Brown, Johnson viveu pouco tempo, cerca de 27 anos, sendo que a sua data de nascimento não é totalmente precisa. Vitimado, segundo a lenda, por um whisky envenenado pelo marido de uma de suas amantes.[carece de fontes]Gravou 29 canções apenas, entre 1936 e 1937, porém consideradas alguns dos maiores clássicos de blues de todos os tempos.

No final dos anos 30 e inícios dos 40 surgiram as primeiras grandes bandas de blues, de Sonny Boy Williamson e Big Bill Broonzy. E a partir de 1942 o blues sofre sua primeira grande "revolução" interna com o soar das primeiras notas eletrificadas do lendário guitarrista T-Bone Walker. Certamente é deste nome que remonta as origens do formato consagrado do blues moderno, baseado na repetição 12 compassos da melodia base e com o solo totalmente livre do acompanhamento, (ou seja, o puro improviso) o que não ocorria até então já que o solista era na maioria dos casos também o responsável pelo parte rítmica instrumental. O que certamente tornou possível a T-Bone Walker ser o precursor do estilo clássico moderno do blues foram suas raízes no Jazz, que posteriormente imortalizariam a marca de seu Blues. Com a explosão do blues em Chicago e o advento da eletricidade na música, o blues atingiu um patamar novo, deixando de ser restrito a um pequeno grupo, para se tornar cultura popular no sul dos Estados Unidos.

[editar]O blues de Chicago

B.B. King

Em meados dos anos 40, começa um período intenso de migração do delta do Mississippi para Chicago, que já ocorria há alguns anos, porém de forma mais escassa. A população negra do sul dos Estados Unidos, procurando fugir da repressão e das condições precárias de vida que lá encontravam, viram em Chicago um lugar para novas oportunidades. Os músicos de Blues que, por essa época, chegavam em grande número a Chicago, encontraram a eletricidade na música, o que possibilitou uma gama enorme de novas possibilidades e os permitiu alçarem vôos mais altos com sua música. Talvez o grande nome dessa nova fase tenha sido o de Muddy Waters, o primeiro a eletrificar todos os instrumentos de sua banda. Com seu blues carregado, poderoso e intenso, Muddy Waters é talvez, junto com Robert Johnson, a figura mais influente e popular do blues americano, sendo o primeiro bluesman a ter seu nome reconhecido fora dos Estados Unidos, sobretudo na Inglaterra, onde influenciaria posteriormente o surgimento de diversas bandas importantes como The Beatles, Yardbirds e The Rolling Stones. Essa última inclusive teve seu nome baseado em uma música de Muddy Waters, Rollin' Stone. Waters compôs e/ou interpretou inúmeros clássicos máximos do blues como Baby Please Don't Go, I Can't Be Satisfied, Honey Bee e Hoochie Coochie Man, entre muitas outras. Sua importância no desenvolvimento do blues como gênero dominante no cenário mundial é tão grande que é necessário um capítulo à parte para descrever toda a sua obra.

Outro grandioso nome do blues surgido nesse período foi o de Willie Dixon. Um dos poucos baixistas líder de banda do Blues, Dixon é considerado o "poeta do blues", já que suas letras se tornaram hinos da cultura bluesística. Sem dúvida é o mais importante compositor da segunda geração do blues. É dele a composição de um dos maiores clássicos, Hoochie Coochie Man, que se tornou famosa na versão de Muddy Waters. Entre outros clássicos estão You Shock Me, I Can't Quit You Baby, Little Red Hooster (composição em parceria com Howlin' Wolf), Spoonful e Back Door Man .

Não menos importante foi o nome de Howlin' Wolf. Guitarrista e gaitista de origem, ficou famoso por sua voz rouca e de um blues bastante swingado. Definiu um estilo impossível de não ser reconhecido, que influenciaria de forma marcante posteriormente músicos como Eric Clapton, Jeff Beck eStevie Ray Vaughan. Suas parcerias com Willie Dixon renderam verdadeiras obras primas, além de composições conjuntas. Destaques para The Little Red Rooster e Howlin' For My Baby.

A guitarra elétrica se tornou unanimidade absoluta no blues, nesse período, porém nenhum outro nome consagrou tanto a guitarra solo como elemento central do blues quanto B.B. King. Influenciado diretamente por T-Bone Walker, outro virtuose da guitarra solo, B.B. King criou um estilo único e quase inigualável de frasear o instrumento, de forma pura e melódica como poucos conseguem. O seu vibrato tornou-se marca registrada, dando aos solos de guitarra uma forma quase verbal. Sem falar de seu vocal-tenor que muitas vezes se destacava mais que o próprio instrumento. Influenciando praticamente todos os guitarristas que vieram posteriormente, é classificado, merecidamente, como o "rei do blues". De fato, blues e B.B. King hoje são termos quase inseparáveis.

Inevitável não citar a figura de John Lee Hooker, que se identificaria posteriormente pelo seu Booggie, e seu estilo falado de cantar, que se tornaria sua marca registrada. Porém sua importância no blues vai muito mais além do que apenas uma vertente adjunta. Além de ter sido um dos primeiros a eletrificar a guitarra no blues, John Lee Hooker foi o percursor do Blues de Chicago, antes mesmo de Muddy Waters ganhar renome e importância, e suas obras foram de total referência na estilo Rock que estava nascendo.

[editar]Os anos 60 e o blues britânico

Um dos momentos mais marcantes do blues foi a apresentação de Muddy Waters em Londres no início dos anos 50. Foi um marco, pois dali em diante o blues ganharia renome internacional e influenciaria o surgimento de novas vertentes musicais, especialmente o rock n' roll. Logicamente Chuck Berry é indiscutível como iniciador do modelo rock, porém sua origem é absoluta no blues, ainda mais na música de Waters[2]. Mas foi o reconhecimento do blues na Inglaterra nos anos 50 que alavancaria o nascimento de uma revolução na história da música ocidental. E foi da fusão do blues, com essa nova vertente, o rock, que nasceria o gênero que marcaria em essência toda a nova geração de músicos que surgia no cenário mundial. Era o blues-rock[3]. Bandas como Rolling Stones, Yardbirds e mais posteriormente Cream, Fleetwood Mac, Jeff Beck e Led Zeppelin teriam suas raízes totalmente fundadas no blues elétrico de Chicago. Talvez o grupo de maior importância no recém surgido cenário blues britânico tenha sido John Mayall and the Bluesbreakers, que além de ter grande influência no crescimento do blues dentro do país, foi a banda-alçapão de músicos que viriam a se tornar importantíssimos nesse cenário musical em ascensão, como Eric Clapton[4], que posteriormente viria a formar o Cream, Peter Green que sairia do grupo para ser líder e compositor do Fleetwood Mac, e Mick Taylor, que seria requisitado como guitarrista dos Rolling Stones.

Muddy Waters

E, com o reconhecimento mundial desses músicos, os nomes clássicos do folk-blues americano como Robert Johnson, Son House, Muddy Waters, Howlin' Wolf e B.B. King passaram a ser referências diretas. Foi no Newport Folk festival de 1963 que o blues teve seu auge, com a apresentação de diversas figuras consagradas do estilo. Daí em diante praticamente todos os músicos dos mais diversos estilos provenientes do rock e blues regravaram clássicos antigos. O Led Zeppelin, em seu primeiro álbum gravou uma série de composições de Willie Dixon, porém incluindo como autoria própria, o que resultaria em uma batalha judicial, que obrigaria a banda a identificar Dixon como autor original[5].

Na América, os efeitos foram diretos, e músicos como Creedence Clearwater Revival, The Doors, Bob Dylan e Jimi Hendrix desenvolveram seus estilos próprios fundamentados nas raízes do blues. Internamente, nomes como Albert King, Freddie King e Buddy Guy, iniciaram uma mudança na sonoridade do blues, juntando elementos típicos do rock, a guitarra distorcida e pesada, com o som tradicional, o que levaria alguns puristas a rejeitarem essa nova "moda" que contrariava o purismo tradicional da música.

[editar]O renascimento nos anos 80

Durante os anos 70, o blues, como forma predominante de influência musical, que havia influenciado o surgimento de diversas outras tendências, ia perdendo espaço cada vez mais para os elementos eletrônicos e especialmente da era disco. Até meados dos anos 80 o blues quase inexistia como estilo musical. As aparições dos músicos clássicos de Chicago eram cada vez mais esporádicas, e a própria nova moda rejeitava a sua tendência não comercial contrastante com a fase "Dancing" dos anos 80. Porém foi com o guitarrista texano Stevie Ray Vaughan, que o blues ganhou novas forças. Virtuoso e intenso ao tocar, Vaughan trouxe à tona um estilo até então adormecido, regravando clássicos e criando uma marca própria, unindo elementos típicos do blues de Chicago deAlbert King, B.B. King e Howlin' Wolf, com o virtuosismo de Jimi Hendrix. Medalhões apagados como B.B. King, Eric Clapton e outros voltavam a ser referências, e Vaughan foi o responsável por essa nova fase. Vaughan gravou quatro álbuns de estúdio, e neles estão composições que se tornaram referências ao blues e suas vertentes. Suas interpretações variavam do blues tradicional (Pride and Joy, Texas Flood), ao cool jazz (Stang's Swang, Riviera Paradise), passando por soul music (Life Without You), funk rock (Could't Stand't The Weather) e shuffle (Rude Mood). Após a sua morte prematura em 1990, o blues nunca mais teve a mesma força e influênca que teve em tempos passados, e por isso seu nome é lembrado como um verdadeiro herói na história do blues. Coincidentemente ou não, o desaparecimento gradativo do blues no cenário mundial nos anos 90,

Stevie Ray Vaughan

coincidiu com a queda de praticamente todas a vertentes musicais expressivas, que foram cedendo espaços a estilos comerciais voltados para a mídia e para o marketing, pouco preocupados com uma expressão artística e cultural, da música como forma de transmissão de idéias e emoções, o que levou a uma queda acentuada na qualidade artística das composições musicais nesse final de milênio. Porém numa proporção mais restrita, novos músicos de blues surgem no cenário musical americano como Keb' Mo' e Corey Harris, mas ainda longe de ser expressivo e significativo como outrora fora.




(fonte Wilkipédia)






Segue agora um vídeo meu, interpretando o clássico "Five Long Years" de Muddy Waters.


quem quiser tbém pode baixar o mp3:

http://www.4shared.com/audio/4FybjrUh/Moiss_Martins_-_Five_Long_Year.html

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Gary Morre (04/04/1952 + 06/02/2011)




Robert William Gary Moore (Belfast, 4 de Abril de 1952 — Estepona, 6 de Fevereiro de 2011[1]), mais conhecido pelo nome artístico de Gary Moore, foi um conceituado guitarrista de blues e hard rock.
A vida de quem cresceu em meio às bombas do Exército Republicano Irlandês (IRA) e às brigas religiosas do pós-guerra refletia-se em seu som de guitarra: extremamente triste e sofrido, mas também visceral e técnico quando solicitado.
Ele iniciou a trajetória profissional aos 16 anos de idade, tendo Eric Clapton, Peter Green e Jimi Hendrix como ídolos, e participando das gravações de um álbum da banda de folk Dr. Strangely Stranger. Pouco depois, Moore estava no Thin Lizzy(banda irlandesa), onde conheceu seu fiel comparsa, Mr. Phil Lynott.
Apesar do fanatismo pelo blues, o jazz também fazia sua cabeça, tanto que foi o estilo melhor explorado em seu primeiro álbum-solo, Grinding Stone (1973), e em sua breve jornada com a segunda encarnação do Colosseum, batizada de Colosseum II.
No Thin Lizzy, ele colaborou tocando em shows no inicio da banda, e no álbum Black Rose (1979).
Fez a sua carreira a solo e obteve muito sucesso pela Europa e Japão, com destaque em duas fases distintas: a mais pesada de discos como "Corridors Of Power, Victims Of Future e Wild Frontier" na década de 80 e a mais blueseira e comercialmente rentável de álbuns como Still Got the Blues (1990).
Os seus temas mais conhecidos são Parisienne Walkways, Still Got the Blues, Over The Hills And Far Away (esta coverizada pela banda finlandess Nightwish, que deu o mesmo título ao álbum), Out In The Fields e Empty Rooms .
Foi encontrado morto devido a uma paragem cardíaca, num quarto de hotel, no dia 6 de Fevereiro de 2011, em Estepona, Espanha, onde se encontrava a passar férias
(Fonte: Wilkipédia)

Segue minha singela homenagem a esse mestre da guitarra q vai deixar muitas saudades...


quinta-feira, 27 de maio de 2010

Static Agression

Fala Moçada!!!!

Depois de muito pensar... Resolvi registrar algumas de minhas idéias e consequentemente decidi fazer um Cd Demo instrumental... Uma coisa bem no estilo "faça você mesmo", bem "home made". Estou registrando tudo no meu home studio, exceto violões e eventuais partes vocais...
Espero q gostem...

Aqui vai o link p vcs baixarem o MP3:

http://www.4shared.com/audio/YWs38G_k/Moiss_Martins_-_Static_Agressi.html

E também tem um videozinho:

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Pedais x Pedaleiras

O que vc acha mais interessante??? Pedais separados ou Multi efeitos???
Essa Pergunta me ronda a vários anos... Pessoas sempre me pedem opinões a respeito do assunto...
Vou tentar deixar aqui o meu ponto de vista...

Na minha opinião, é uma questão de gosto, funcionalidade e receita ($$$$)...

É incontestável q 70% dos guitarristas preferem o som dos pedais analógicos a processadores de efeito digitais pelo simples fato de serem analógicos, questão de gosto... O q torna o som mais real, menos processado, mais direto... Porém, existem no mercado atual, simuladores digitais q realmente surpreendem pela fidelidade de algumas de suas simulações. Outro fator negativo dos simuladores é a perda do "True Bypass", ou seja, o som direto da guitarra. Mesmo se seu multi-efeito tiver a função bypass, o som da guitarra acaba sendo processado pelo processador digital da pedaleira...

Se em termos de timbre os pedais são superiores, no quesito, funcionalidade, aí os multi efeitos disparam na frente... Imagine a situação: Vc sai em viagem c a sua banda, acontece um problema no veículo q está transportando, aí o q seria mais fácil: ligar o seu set de pedais, c várias fontes de energia, interligações, cabos, amplificador, testar tudo p ver se nada está dando pau... Ou pegar seu multi efeito e 2 cabos, já ligar e sair tocando... Essa á a gde vantagem do multi efeitos, praticidade...
Outra coisa, vc está usando um timbre c compressor, equalizer, chorus delay; e quer mudar para um timbre de Overdrive, phaser e reverb... Com os pedais vc teria q fazer uma coreografia (a não ser q vc fosse milionário e tivesse grana p comprar um controlador Bob Bradshaw pra fazer essas mudanças radicais de timbres...), enquanto na pedaleira, era só deixar tudo programado e apertar apenas um patch para uma mudança radical de timbres assim...
Programar... esse é o maior temor da maioria dos guitarristas...Nos multi efeitos atuais, a quantidade de recursos é quase infinita, ou seja... Madrugadas quebrando cabeça p aprender a programar tudo bonitinho, o que a gde maioria dos guitarristas não tem a menor paciência pra fazer... No meu caso (eu uso o Line 6 PODx3 Live), demorou um pouco p aprender, mas c a ajuda dos softwares do fabricante, tudo fica bem mais fácil e funcional, vc tem recursos bem bacanas como por exemplo usar timbres diferentes p cada saída do processador (um do lado L e um do lado R) totalmente independentes um do outro... Muito bacana...
Ainda tem pra mim a maior de todas as vantagens... Os simuladores atuais (V-amp, Pod, Gt10, e outros...) tem um resultado muito bom qdo ligados em linha... Ou seja, vc chegou numa casa p tocar, e lá só tem aquele amp Peba... Manda guardar ele e liga a sua guita em linha q o som vai ficar lindo...

Agora vamos raciocinar, qdo o assunto é receita, aí sim os pedais judiam da gente... Como são caros... E o pior... vc nunca vai se contentar c apenas um...São vários... Pra se ter noção, um simulador digital top hj, q tem quase tudo o q ser quer c relação a efeitos (wah, compressores, drives, várias opções de modulação ambiência e vários outros recursos...) custa entre R$2200 até R$2600 dependendo do lugar q vc mora... Enquanto p montar um set de pedais bem básico (um afinador, wah, um over drive, chorus, delay) vai ficar mais caro q isso... Além do fato q pra se ter bons pedais, é extremamante necessário ter um bom amp... O q vai aumentar entre R$2000 a R$3000 no seu orçamento...

Na verdade, eu sou adepto dos 2, tanto dos pedais, qto dos simuladores, e as vezes até misturo os dois... Tudo depende da situação... Pra acompanhar duplas sertanejas, e artistas (qdo trabalho como free lancer), sempre uso o meu PODx3 Live, pela particidade e por ter a facilidade de usar uma infinidade de timbres. Uso muito o POD pras minhas gravações em casa, já q qdo ele é conectado ao PC via USB, ele se torma dispositivo de audio de alta definição... Qdo toco com as bandas de blues e alguns trabalhos de MPB, não abro mão de um set de pedais com chorus, delay, equalizer e algumas opções de over drive... Tenho um set bem vintage q uso no meu trio de rock (Black Dog) q conta, além do drive do amp, um Fuzz Face, Jimi Hendrix Wah, Dunlop Rotovibe e um Oitavador da Boss... Vejam nas fotos...
Até a próxima...



Da direita pra esquerda: Marshall BB-2, Ibanez Ts808, Ibanez Ts9, Boss Ge7, Boss Ch1 e Boss Dd-3


Da direita pra esquerda: Boss Oc-2, Dunlop JH-1 (Jimi Hendrix Wah Wah), Dunlop JH-4s (Rotovibe) e Dunlop Fuzz face



Line 6 POD X3 Live

domingo, 2 de maio de 2010

Blues 2010!!!

Outra coisa q voltou com força total esse ano foi o meu projeto de blues c meu gde amigo guitarrista Beto Rosa de Uberlândia!!!
Fizemos algumas apresetações no Vinil Cultura Bar em Uberlândia, e temos previsão p muito mais esse ano...
Nessas apresentações fomos acompanhados pelo Dell Luiz no baixo, e por causa de conflitos de datas, usamos 2 gdes bateristas de Uberlândia: Alex Mororó e Claudinho Melazzo!!! Os shows foram demais...
Vou colocar algumas fotos p galera curtir!!!!




Voltei rsrsrsrs

Salve, salve Moçada!!!!

Eu andei meio sumido do Blog, mas agora resolvi bota-lo em funcionamento de novo!!!
A vida anda meio corrida, e o tempo pro blog acabou não rolando...
Mas é isso aí... Estou cheio de projetos p esse ano... Estou fazendo a pré-produção de um album instrumental, estamos planejando a gravação do cd da Black Dog, estou negociando para produzir o cd de duas bandas aqui da região e tamo quebrando tudo nos shows...
Esse ano, mais uma vez, a gente vai ter a oportunidade de tocar na Praça do Forum durante a programação da fenamilho... Acho massa demais essa sequencia... É o terceiro ano seguido... Sinal de que estamos agradando...
Ah... Estava esquecendo de comentar... Ano passado rolou o show de aniversário de 10 anos da Black Dog... Bicho... Foi demais... Os astral da galera tava demais, as participações foram ótimas!!! vai aí alguns vídeos e fotos p vcs verem como foi...
Abraço e até breve!!!!!








segunda-feira, 6 de julho de 2009

Lançamento do Cd "SertãoRockRoça" da Barabizunga...


Salve moçada...
Tem um bom tempo q não posto nada, mas depois do evento de sábado passado (04/07/2009), não poderia passar batido sem um post...
Foi no Teatro Municipal "Leão de Formosa" (Patos de Minas - MG), rolou um dos shows mais bacanas q já vi...
Os caras da Barabizunga (banda essa q ajudei na produção do disco e toquei guitarra e violão em algumas faixas) fizeram um regasso naquele palco... Uma produção visual simples (mas eficaz), uma estrutura de som bacana, muita adrenalina e boas vibrações e detalhe... teatro lotado...
O som da banda... bom... é uma mistura de tudo... Música brasileira, rock progressivo, música erudita, pegada setenteira mesmo... Viola caipira, fagote, acordeon, flautas... tudo isso misturado c uma cozinha psicodélica e guitarras muito nervosas...
Quanto ao show... Massa demais... Homenagem p Dna Maria De Lourdes (Avó do baterista Ciro Nunes - ela era uma espécie de Talismã da banda e infelizmente faleceu a alguns meses)... Muito rock n' roll e uma boa dose de bom humor...
Perdeu quem não foi...
Quem sabe naum rola um Dvd do show, já q rolou a cobertura da Paniça Filmes...
P conhecer o som da banda, basta dar uma conferida no: http://www.myspace.com/barabizunga

Ah... e em breve tem Festival Marreco 2009... Aguardem...